sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Hora de acordar

Ontem fui durmi na mais pura e amarga deprê....
pessima me sentindo um lixo, mandei mais de 9 torpedos sem se quer esperar a resposta direto, parecia que eu estava na sala do msn sem olhar para frente.
quando terminei de digitar TUDO, eu fui lê que tinha duas respostas do PObre coitado falando 22:26" Na boa quero levar a minha vida em paz. Me esquece por favor. Eu não sou ninguem me deixa em paz" e um outtro bem assim 22:50 "vou falar só mais uma vez. ME deixa em paz para de me ligar e mandar torpedo. chega!"... isso me deixou arrasada, me sentindo o lixo dos lixos, afinal ele se mostra uma pessoa para os outros que ele não é, mas eu vejo nos olhos dele uma outra pessoa (ou talvez eu esteja querendo ver ou queria ver agora não quero mais).
Mas a sensação que ele me passa é de que ele é uma pessoa que jásofreu de amor e hoje tem medo de relacionamentos, e eu quero ajuda-lo, afinal já passei por isso.

Infelizmente não posso ajudar quem não quer ser ajudado, afinal ele não é criança, imagino que com 27 anos de idade já dá pra pessoa pensar de uma forma adulta né??? afinal EU é quem tem 20 anos e nem assim tenho od ireito de agir com tanta infantilidade.

Tô aqui no Trabalho, e no lugar de peticionar estava navegando no blog e derrepente li um texto que eu mesmo postei a um tempo atras, que fala que as mulheres que se fazem de coitadinha são as piores e que baixa estima é falta de sexo, sabe deu aquele choque de imediato mais me acordou....
já havia deletado ele do orkut msn e ceçular , mas ontem bateu a saudade e roubei o numero dele do celular da minha mãe, mas já está sendo deletado e eu estou de volta a minha vida como diz o meu amigo Roni ligando o FODA-SE e tentando ser feliz.
Me humilhar por quem não está nem ai??? como ele mesmo falou "não sou ninguem, me deixa" pois então ele nãoé ninguem deixei de lado... coisa q jah devia ter feito a muito tempo....
o foda são os amigos em comum mas superarei isso...

bom vou voltar a trabalhar, deletar as fotos dele do pen drive, apagar os torpedos do celular fazer de conta q nem vi o carro dele passar e volta a trabalhar ahhhhhhhhhh e rasgar a cartinha q estava escrevendo...
e VIVA A MINHA FELICIDADE!!!!!

beijos a todos e que ninguem se mate por dentro como eu me deixei matar

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Sempre quis

''Sempre quis um amor
que falasse
que soubesse o que sentisse.

Sempre quis uma amor que elaborasse
Que quando dormisse
ressonasse confiança
no sopro do sono
e trouxesse beijo
no clarão da amanhecice.

Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.

Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.

Sempre quis um amor cujo
BOM DIA!
morasse na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.

Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa
do pano de fundo dos seres
não assustasse.

Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.

Sempre quis uma amor
que não se chateasse
diante das diferenças.

Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o
futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar
o desenho
do invólucro e compará-lo
com a calma da alma
o seu conteúdo.

Contudo
sempre quis um amor
que me coubesse futuro
e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira
ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amor
que sem tensa-corrida-de ocorresse.

Sempre quis um amor
que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.

Sempre quis um amor
de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente
nas nossas mãos.

Sem senãos.

Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.

Eu sempre disse não
à constituição dos séculos
que diz que o "garantido" amor
é a sua negação.

Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes
de chegar a esse céu
se anunciasse.

Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.

Sempre quis um amor não omisso
e que suas estórias me contasse.

Ah, eu sempre quis uma amor que amasse.'

Elisa Lucinda

domingo, 29 de junho de 2008

pedra no meu sapato

Aqui
Eu nunca disse que iria ser
A pessoa certa pra você
Mas sou eu quem te adora
Se fico um tempo sem te procurar
É pra saudade nos aproximar
E eu já não vejo a hora
Eu não consigo esconder
Certo ou errado, eu quero ter você
Ei, você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer me enxergar e se enxergar em mim
Aqui
Agora que você parece não ligar
Que já não pensa e já não quer pensar
Dizendo que não sente nada
Estou lembrando menos de você
Falta pouco pra me convencer
Que sou a pessoa errada
Eu não consigo esconder
Certo ou errado, eu quero ter você
Ei, você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer me enxergar e se enxergar em mim